Paróquia de São Vicente de Paulo

Curso Bíblico: Gênesis – 4ª Semana

REGIÃO EPISCOPAL SÃO JOSÉ

PARÓQUIA DE SÃO VICENTE DE PAULO

3ª URGÊNCIA DA AÇÃO EVANGELIZADORA

IGREJA, LUGAR DE ANIMAÇÃO BÍBLICA E VIDA PASTORAL

ESTUDO BÍBLICO CAPÍTULO POR CAPÍTULO

Gênesis – 4ª Semana

Objetivo – Fazer com que as nossas comunidades leiam, conheçam e ponham em prática a palavra de Deus!

INTRODUÇÃO – No folheto da 3ª Semana, estudamos os capítulos 4, 5 e 6 de Gênesis. Vimos no capítulo 4 o relato dos irmãos Caim e Abel. O centro desse relato é a descendência maldita de Caim. Caim, que mata Abel, é a representação daquilo que se passa hoje, ou seja, a violência, a arrogância, o pecado que está sempre à nossa porta, como uma ferida escondida que quer nos dominar.

No capítulo 5 do Gênesis, encontramos as dez gerações antes do dilúvio. Chamamos também de descendência de Set e a lista dos patriarcas de Adão até Noé, os patriarcas anteriores ao dilúvio e a lista dos descendentes de Adão. Ainda nesse capítulo, se dá destaque à questão da idade das pessoas, especificamente no Antigo Testamento. Diz o seguinte: à medida que o mal cresce, o homem é menos feliz, ou seja vive menos. Antes do dilúvio, vive-se de 700 a 1000 anos; depois do dilúvio, de 200 a 600 anos, a partir de Abraão, de 100 a 200; mas tarde, de 70 a 80 anos (cf. Sl.90,10). Em síntese,

a idade na Bíblia (AT) não trata de quantidade de anos, mas de uma qualidade de vida.

No capítulo 6, vimos o pecado dos homens, através de uma raça especial de gigantes. Esses gigantes seriam produto da união de seres celestiais, filhos de Deus, com as filhas dos seres humanos. Os versículos 1-8 põem em foco os comportamentos negativos que resultaram no aparecimento do mal no mundo.

Nesse capítulo, encontramos ainda as causas do dilúvio e a família do justo Noé.

Deus, olhando a terra, viu-a toda corrompida. Terra, aqui, significa a humanidade. A humanidade estava perdida, em meio aos pecados. Diante do olhar do Senhor, apenas Noé foi visto como justo. Quando a Bíblia diz que Noé era justo, significa que era uma pessoa que acreditava, que tinha fé em Deus.

Não quer dizer que ele não tivesse pecado. Noé acreditava em Deus e não acompanhou a onda de corrupção de seus dias. Noé andou com Deus e confiava nele, a despeito do mundo de incredulidade e de pecado em sua volta. Por isso Deus o salva do dilúvio, bem como a sua família.

Terminada esta síntese de Gn 4,5 e 6, veremos agora, nesta 4ª semana, Gn 6, 7 e 8.

Estudo do capítulo 7 (leia o texto)

O capítulo 7 de Gênesis trata sobre o dilúvio, Deus, Noé e sua família.

Inspirada nas inundações periódicas dos grandes rios, a narrativa do dilúvio é típica das antigas culturas médio orientais de origem suméria, arcádica e assíria. Os autores bíblicos a utilizaram por causa do seu significado simbólico: o dilúvio é essa volta ao caos primitivo. (cf. Gn, 1,6-30; 6,17). Assim, o dilúvio que acontece na história são os acontecimentos catastróficos gerados pela autossuficiência, que chega à forma tão extrema que produz caos na natureza e no mundo.

A narrativa do dilúvio nos mostra que o abandono da justiça e do compromisso com a vida tráz como consequências verdadeiras catástrofes.

Logo no início desse capítulo, versículo 1, descreve-se a entrada de Noé e sua família na arca.

Deus achou justiça em Noé. Certamente porque ele tinha fé. Deus foi gracioso com Noé, principalmente num tempo em que existia tanto julgamento, e lhe disse para entrar na arca. Faz-nos lembrar do convite de Jesus em Mateus 11: “vinde a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei“. Vemos neste capítulo algo interessante, quando diz que Deus fechou a porta da arca. Não foi Noé que fechou a porta por dentro. Foi Deus

que fechou a porta por fora. As oportunidades foram dadas até aquele momento. Durante muitos anos, enquanto Noé estava construindo a arca, certamente ele pregou e convocou seus contemporâneos ao arrependimento, a fim de se voltarem para Deus. Mas ninguém ouviu, ninguém se voltou para Deus. E o julgamento chegou! Seria o fim de uma época de maldade, corrupção e violência. O juízo de Deus estava sendo iniciado. Ele fechou a porta! Deus salvou Noé e sua família porque eles creram na Palavra de Deus. A grande lição aprendida neste capítulo é que Deus é completo em seu ser. Ao mesmo tempo em que é amor, e orienta Noé na construção da arca na qual seria salvo com sua família, é também um Deus de juízo que abomina o pecado e o pune severamente.

Estudo do capítulo 8,1 – 22 (leia o texto).

Gênesis 8, 1-22 possui uma divisão natural de seu conteúdo: o final do dilúvio (v.1-14); a saída da arca (v.15-19) e a adoração de Noé a Deus em reconhecimento da salvação (v.20-22).O versículo 1 diz: “lembrou-se Deus de Noé”. Lembrou-se em hebraico tem um significado muito importante: expressa uma ação baseada em um compromisso prévio. Lembrar-se de alguém significa ser solícito, ter cuidado especial com o alvo da sua lembrança. Na verdade, em termos bíblicos, quando Deus se lembra de alguém, passa a agir na história em favor de quem foi lembrado.

Portanto, quando lemos que Deus se lembrou de Noé, não devemos entender que se havia esquecido dele e de todo o episódio do dilúvio, mas que estava expressando seu cuidado amoroso para com Noé.

O versículo ainda traz outra palavra que merece nossa atenção. É a palavra “vento”, que no hebraico é Ruhah, e é a mesma palavra empregada para “Espírito” em Gn, 1-2 e relembra o relato original da criação.

Em 8,1, podemos ver o primeiro ato recriativo de Deus depois do dilúvio, fazendo soprar um vento sobre a terra, assim como fez no início da criação. O versículo nos diz que a arca de Noé repousou sobre o monte Ararate. Esse monte, conhecido, também por Urartu, fica no nordeste da Turquia e na atual Armênia. É importante que os nossos leitores saibam que a dimensão simbólica da Arca é uma narrativa mitológica e não histórica.

Ainda primeira parte do capítulo 8, que narra a ação sábia, cautelosa e cheia de autocontrole por parte de Noé, em verificar previamente as condições da terra para que pudesse sair da arca, podemos tirar mais algumas lições espirituais.

A pomba enviada pela primeira vez voltou, pois não havia onde ela pousar. Mas, quando foi enviada pela segunda vez, mesmo tendo encontrado alimento, uma folha nova de oliveira, retornou trazendo a mensagem de esperança.

Assim acontece com aquele que experimenta a nova criação em Cristo. Quando prova o novo alimento, um alimento bom e verdadeiro, volta para trazer a mensagem a todos. E depois, quando é novamente enviado, vai e vive a sua nova vida desenvolvendo o papel que lhe foi designado para ser fecundo e multiplicar-se.

A figura da pomba, nesse relato, podemos lembrar que essa ave é o símbolo do Espírito Santo na Bíblia e que devemos guardar em nossa mente o quanto é importante vivermos na esfera da nova criação, na esfera da influência do Espírito Santo. (comentário em sala de aula do biblista Shigeyuki Nakanose, Svd, 2007- São Paulo).

A segunda parte do capítulo 8 (vv.15,19) descreve tudo como Deus ordenara. Vemos claramente aqui a obediência de Noé ensinando-nos que a vida de fé é concretizada na obediência. Quando cremos, amamos; quando amamos, obedecemos; quando obedecemos, mostramos a concretização da fé.

Ainda nessa segunda parte do capítulo 8, encontramos Deus ordenando a Noé que saísse da arca. Pelo fato de o dilúvio ser uma prefiguração do batismo cristão, como está escrito em 1 Pedro 3,20-21, podemos entender a saída de Noé e de sua família como o surgimento deles da antiga para uma nova vida, sob os cuidados e a direção de Deus.

A terceira parte do capítulo 8, que compreende os versículos 20-22, é uma bela narrativa de adoração de Noé a Deus.

Significativamente, o primeiro ato de Noé e de sua família, ao saírem da arca, foi de adorar ao Senhor. O coração grato sempre agrada a Deus.

Noé, neste ato de adoração, demonstrou uma gratidão a Deus, reconhecendo que fora alvo da graça, da misericórdia, e do amor de Deus. A salvação que Deus nos proporciona deve tornar-nos pessoas gratas para com Deus.

Noé oferece holocaustos a Deus. O holocausto era um sacrifício no qual a vítima era totalmente consumida pelo fogo sobre o altar, sem que nenhuma parte fosse utilizada para outra finalidade. Era um sacrifício dedicado a Deus como propiciação pelo pecado. Certamente, Noé incluiu o seu pecado, o de sua família e o de toda a humanidade porque o primeiro pecado, de Adão e Eva (representantes da humanidade), havia afetado toda a raça humana. Mesmo sendo um homem justo diante de Deus, mesmo achando graça diante dele, Noé, com esse ato, confessou e admitiu seu pecado e o pecado de toda a humanidade.

O versículo 21 nos mostra que o Senhor aspirou o suave cheiro, ou como lemos literalmente na língua hebraica, “o Senhor aspirou aroma agradável, significando que aquele sacrifício foi aceitável diante dele“.

Embora tenhamos lições espirituais a serem percebidas nesse relato, é importante também salientarmos que a alusão ao olfato de Deus é mais uma vez uma referência antropomórfica de Deus, isto é, o uso das características

humanas feito por autores bíblicos por se referirem a Deus, que é Espírito (cf. Jo 4,24).

No versículo 22, podemos dizer que é a conclusão do compromisso divino com o ser humano. Ele nos mostra algo maravilhoso com a expressão “enquanto durar a terra”: a preservação por parte de Deus da boa ordem terrena, isto é, a sequência correta dos dias e das noites; as estações, uma após a outra; e as colheitas como resultado do trabalho do semeador.

É possível percebermos que a nossa vida, em cada um dos seus detalhes, está sustentada na palavra de Deus.

As palavras desse versículo nos convidam a apreciar, de uma maneira nova, os fenômenos da natureza. A ordem e a regularidade dos ciclos naturais estão sustentadas na promessa divina. Paulo reafirma essa tão importante verdade ao referir-se a Cristo: Ele é antes de todas as coisas; Nele, tudo subsiste (cf. cl 1,17).

Quando preservamos e também contemplamos a natureza, estamos vendo nos pequenos detalhes a boa, firme e amorosa mão de Deus, proporcionando-nos um ambiente para o desenvolvimento de nossa vida. Que possamos agradecer continuamente a Deus! Que nossa atitude seja semelhante à de Noé: cultuar ao Senhor de tal maneira que Ele aceite nosso ato de louvor.

Estudo do capítulo 9,1-29 (leia o texto)

Nesse capítulo, poderemos ver a aliança de Deus com Noé, as bênçãos e maldições.

O conteúdo do capítulo 9 pode ser dividido, também, em três partes: os novos decretos divinos (v.1-7); a aliança universal, estabelecida com a humanidade (v.8-17); a vida de Sem, Cam e Jafé (v.18-29).

Ao iniciar o estudo do capítulo, vemos logo que, nesse novo começo, Deus estava renovando a bênção que havia proferido no início da criação do mundo. Na verdade, é a terceira vez que Deus abençoa o ser humano, como já havia feito em 1,28 e 5,2. Noé, como pai da humanidade resgatada do dilúvio, recebeu essa bênção assim como Adão recebeu a bênção extensiva a toda a humanidade. A bênção divina foi proferida não só a Noé, mas também a seus filhos, porque foi a renovação da aliança de Deus; a ordem para ser fecundo e encher a terra demonstra, mais uma vez, a vontade de Deus de ver o mundo criado habitado pelo ser humano. Uma vez que o próprio Deus, através do dilúvio, havia feito perecer toda carne, a ordem de povoar a terra era estabelecida. Através da família de Noé, o mundo seria novamente habitado.

Na segunda parte do capítulo 9, os versículos 8-17 narram o estabelecimento da aliança universal: na verdade, a primeira aliança explícita. Aqui, encontramos uma aliança abrangente em sua amplitude, porque inclui os seres humanos, todos os

seres viventes e até os animais que tinham saído da arca. Deus falou não só a Noé, mas à família toda. Seus filhos são agora co-herdeiros das bênçãos proferidas pelo Senhor.

O memorial da aliança será o arco-íris, que foi colocado no céu. Esse arco-íris, disse Deus no versículo 13, “será por sinal da aliança entre mim e a terra”.

As alianças bíblicas geralmente são representadas por símbolos visuais, como, por exemplo, a circuncisão, na aliança com Abraão; o sábado, na aliança com Israel no Sinai; a ceia do Senhor, na nova aliança. Na aliança feita com Davi, o símbolo era a manutenção do reino na sua família. E é sempre bom lembrar que Deus cumpre integralmente a sua parte nos conceitos que faz com a humanidade.

Na terceira parte do capítulo 9, vamos encontrar a narrativa da vida de Sem, Cam e Jafé, os três filhos de Noé. Nos versículos 11-19, ênfase maior é dada a Cam, que é apontado como o pai de Canaã. De acordo com a Bíblia, a partir desses três homens, toda a terra foi povoada e surgiram as diversas nações. Cam é aquele que trata seu pai Noé, com desprezo, desdém, irreverência e, principalmente, falta de respeito para com o pai. Muitas vezes nós também menosprezamos aqueles que, por motivos diversos, não têm comportamento correto. Condenar o pecado é correto, mas amar o pecador é nosso dever. Em segundo lugar, a atitude de consideração, respeito e reverência, por parte dos outros dois irmãos, é um fato notável e admirado por todos. Querendo evitar a

vergonha do pai, Sem e Jafé demonstraram consideração e submissão a ele.

Alguns biblistas de teologias e de leituras fundamentalistas de Bíblia acreditam que a maldição de Caim tem relação com a cor da pele, especialmente a escravidão dos países africanos. Entendem esses biblistas fundamentalistas que a raça negra é a descendência de Caim. Em relação à pigmentação da pele, podemos afirmar que ela ocorre pela questão do clima e da localização geográfica, conforme nos informam os estudos científicos modernos. Também o que os cananeus enfrentaram, quando o território da Palestina foi devastado, foi uma clara consequência da civilização corrupta, criminosa e de práticas religiosas que ofendiam a vontade de Deus, como o oferecimento de seus próprios filhos em sacrifício aos ídolos (Cf. Lv. 20-23; Gn. 15-16).

De acordo com a Sagrada Escritura, os descendentes de Caim, em outras localidades, foram responsáveis pelas duas primeiras grandes civilizações da história humana: o Egito e a Babilônia.

Portanto, concluir que a maldição de Caim se deu através da coloração da pele, é um exagero sem base textual e científica.

Enquanto Caim foi amaldiçoado, Sem foi abençoado e Noé bendisse ao Senhor, reconhecendo Deus como o autor da vida e estendeu essa bênção a Sem. E, assim, a linha messiânica fica restrita à linhagem de Sem, especialmente através de Abraão.

Com as bênçãos e maldição, explicam-se as relações entre os principais povos: Caim: egípcios e cananeus; Sem: semitas e israelitas; Jafé: filisteus.

Podemos concluir os capítulos 7, 8 e 9 com as palavras da carta aos Hebreus 11,7: “Bela fé, Noé divinamente instruído acerca dos acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa; pelo qual condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé”.

Indubitavelmente, Noé teve uma vida exemplar. Foi escolhido para preservar a raça humana. Mesmo pecando, foi usado por Deus para cumprir seu plano. Que essa vida de fé e confiança no Senhor possa ser seguida por todos nós.

Exercício:

1 Qual ou quais inspirações recebeu o relato do dilúvio?

2 Qual o significado simbólico do dilúvio?

3 Que lição aprendemos do capítulo 7?

4 Que significa “lembrar-se” e “vento” em hebraico?

5 Qual o significado da figura da pomba no relato do capítulo 8? Escrever o texto.

6 Em que parte da Bíblia encontramos o dilúvio como a prefiguração de Batismo?

7 Comente como foi o ato de adoração a Deus feito por Noé.

8 Qual é o memorial da aliança no capítulo 9?

9 Quais os símbolos visuais nas alianças Bíblicas Gn. 9?

10 O que representam os três filhos de Noé em relação aos demais povos? Cite cada um.

11 O que podemos dizer a respeito da maldição de Caim em relação à cor negra, principalmente a escravidão dos povos africanos?

12 Como síntese do capítulo 7, 8 e 9, faça um comentário sobre Noé.

Textos Bíblicos do Gênesis que estão na Liturgia

1º Domingo da Quaresma – B Gn. 9,8-15

Quarta Feira 6ª Semana do tempo Comum – Impar – Gn 8, 6-13 – 20-22

Quarta feira 6ª Semana do Tempo Comum – Impar Gn. 9,1-13


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE APROFUNDAMENTO

  • Bíblia de Jerusalém
  • Storniolo, Ivo – Balancin E., Como ler o Livro do Gênesis, São Paulo: Paulus 1991
  • Bergant, D. – Karris.R, The Collegeville Bible Commentary.Minnesota :EUA - 1989
  • Deisseler, Alfons., O anúncio do Antigo Testamento, Saão Paulo: Paulus 1984
  • Ravasi, Gianfranco., A narrativa do Céu – As histórias , as ideias e os personagens do Antigo Testamento, São Paulo: Paulinas 1999
  • Bright, Jonh., História de Israel, São Paulo: Paulus 2000
  • Pierre, Grelot., Homme qui es tu ? les onze premieres chapitres de la Génèse, Paris, Cerf 1973
  • Drolet, Gilles., Compredre L’ancien Testament, Canada 2006
  • São Geronimo., Antigo Testamento, São Paulo: Paulus 2011
  • Encíclica Laudato Si – Papa Francisco
  • Anotações do Pe. Neto



ELABORAÇÃO – Pe. Raimundo Nonato de Oliveira Neto – Pároco da Paróquia de São Vicente de Paulo e Especialista em Teologia Bíblica.

REVISÃO – Pe. Emílio César Porto Cabral – Pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição – Messejana e Mestre em Teologia Bíblica.

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...Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.

Este é o primeiro e grande mandamento.

E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo...

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